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☆Nᴀᴛɪᴇsᴇ☆ ✓ 𝐔𝐧𝐜𝐞𝐫𝐭𝐚𝐢 𝐍𝐞𝐝 𝐃𝐞𝐬𝐭𝐢𝐧𝐚𝐭𝐢𝐨𝐧

Vinte ✓

ThaisHyuuzumaki


Obra original de umas das minhas autoras preferida JulieteBs

A noite finalmente havia chegado e, após muitas sessões de meditação da parte de Priscilla para não ter um orgasmo precoce, ela havia conseguido recuperar sua sanidade. No final da tarde as garotas haviam passado em um motel para tomarem um banho rápido, logo retornando ao caminho para San Diego.

Naquele momento Cristal estava ronronando sobre o colo de Priscilla enquanto a mão direita dela acariciava o pelo macio do animal. Natálie suspirou e invejou sua gata, afinal, ela estava há quase duas horas recebendo carinho de Priscilla, por outro lado, natálie não podia deixar de sorrir ao ver que Priscilla havia se afeiçoado à sua gata.

-- Bem, parece que as meninas já foram. -- natálie insinuou, umedecendo seus lábios. Havia cerca de cinco minutos que as meninas haviam ido dormir e Priscilla permaneceu quieta, dirigindo. Segurando o volante com uma mão e acariciando Cristal com a outra.

-- É. -- A maior disse sem tirar os olhos da estrada.

-- Parece que a minha gata realmente gostou de você, hm?
-- natálie disse rindo, tentando não deixar o assunto morrer.

-- Oh sim. -- Priscilla respondeu rindo. -- Não foi só ela, hm? -- Sugeriu, sorrindo de canto. Natálie suspirou aliviada ao ver que Priscilla não havia ficado estranha, pois por um segundo havia pensado isso.

-- Não. Definitivamente não foi só ela. -- natálie disse sorrindo e o assunto voltou a cair em um abismo. Natálie bufou frustrada ao notar que Priscilla não havia falado sério quando disse que mais tarde fariam algo e, para não parecer uma desesperada por um orgasmo, não tocou no assunto. -- Eu, hm, vou lá para atrás. Dorme comigo hoje? Lá é mais confortável.

-- Claro. Já já estaciono. -- Priscilla disse brandamente e Natalie assentiu, se inclinando e dando um demorado beijo no rosto da motorista antes de passar para a boléia.

Natálie esperou.

Esperou.

Esperou.

E esperou.

Mas Priscilla parecia não querer largar aquele maldito volante.

A menor começou a divagar sobre Priscilla ter se arrependido. Para ela o sexo era, de fato, algo mais sério e provavelmente não estaria disposta a praticá-lo com uma quase desconhecida que conhecera há poucos dias.

Natálie não entraria em uma crise existencial por isso, mas realmente esperava que Priscilla não parasse de beijá-la. Ela gostava, de verdade, dos beijos de Priscilla.

E do cheiro.

Das mãos macias.

Da voz rouca.

Saiu de seus devaneios quando sentiu o caminhão, finalmente, estacionar. O "clique" dos pinos do caminhão travando as portas, como em todas as noite, foi ouvido e o barulho dos sapatos de Priscilla sendo retirados e lançados ao chão também.

Natalie sorriu aliviada ao ver Priscilla apagar a luz e se aproximar dela, pois adorava dormir abraçadinha com Priscilla, era uma das melhores sensações. Pensou em fingir que estava dormindo, mas para quê?

A maior se acomodou ao seu lado lentamente e Natalie virou-se de frente para ela no mesmo momento.

-- Pensei que estaria dormindo. -- Priscilla disse, levando uma mão até o rosto de Natalie e acariciando a pele sob seu toque.

-- Estava te esperando para ganhar um beijo de boa noite. -- Natalie respondeu e Priscilla sorriu.

-- Desistiu de ter aceitado a minha proposta? -- Priscilla brincou, rindo.

-- Que proposta? -- Natalie se fez de desentendida.

-- Uhuh... -- Priscilla esfregou sua nuca e sorriu amarelo. -- Nenhuma. -- Natalie riu e se inclinou dando um selinho em Priscilla.

-- Você parece um neném quando fica tímida assim. -- Natalie disse com o sorriso de orelha a orelha. -- Claro que eu ainda quero transar com você, Priscilla. Só pensei que você que não iria querer mais. Ficou um tanto muda e mal me olhava.

-- Eu só estava me certificando de que você não me atiçaria outra vez.

-- Oh, e por que demorou para vir para cá?

-- Naty, eu sempre dirijo algumas horas a mais depois que as meninas se deitam. -- Natalie concluiu que Priscilla estava certa.

-- Que tal pararmos de falar agora? -- Natalie perguntou, sorrindo no canto dos lábios. Priscilla sentiu seu coração acelerar com aquele tom de voz e assentiu, sentindo Natalie enfiar os dedos em seus cabelos e grudar suas bocas. Que beijo maravilhoso Natalie dava, pensava Priscilla.

As mãos de Priscilla apertavam com vontade a cintura de Natalie, para depois subir e descer pelas curvas de seu corpo magnífico. Ela gemeu baixinho ao sentir uma das mãos de Natalie arranhar a pele de sua barriga e logo adentrar seu short, começando a massagear seu nervo já rígido por cima da calcinha.

Os seios de Priscilla estavam doloridos contra a blusinha, os bicos rijos se destacaram no tecido e aquela marca foi o suficiente para enlouquecer Natalie, que lambeu um deles por cima do pano da camisa.

-- Acho que estamos com roupa de mais, hm? -- Natalie sussurrou, não parando os círculos no centro de Priscilla. A mais velha assentiu e Natalie não se importou em ir devagar, simplesmente cortou o beijo, se sentou e retirou a calcinha, já que usava um vestido. Jogou por qualquer canto e se virou para Priscilla, desabotoando os botões de seu short e o removendo.

Natálie não foi devagar, nem romântica e nem nada disso. Ela tinha pressa, sede de um orgasmo, fome pelo corpo de Priscilla.

E Priscilla adorou.

A mais velha puxou Natalie antes que ela fizesse qualquer outra coisa e a encostou ali, abrindo suas pernas o máximo que conseguiu assim que ergueu o vestido até a altura da cintura. Priscilla se jogou no banco da frente e gemeu baixinho ao ver a carne macia, lisa e pulsante clamando seu nome.

Ela se inclinou e aplicou um beijo no clitóris de Natalie, vendo Natalie gemer um pouco mais alto do que elas vinham feito até agora. Priscilla sorriu e juntou os lábios naquele pequeno nervo deliciosamente convidativo, fazendo Natalie voltar a gemer em puro deleite.

Havia mais de uma ano que não transava com alguém e aquela língua macia e quente lhe estava fazendo quase revirar os olhos. Priscilla tremeu a ponta da língua em seu clitóris e logo desceu, ameaçando penetrá-la com a língua. Natalie levou as duas mãos até as almofadas que se encostava e pressionou os dedos ali, enquanto começava a rebolar na boca de Priscilla.

Natalie gemeu e mordeu fortemente seu lábio inferior ao sentir Priscilla empurrar aquela língua deliciosa em seu interior.

-- Rápido, Priscilla. Rápido... -- Ela gemeu ainda rebolando os quadris contra o rosto da maior. Priscilla obedeceu e petrificou a língua, enfiando-a e a retirando em um vaivém maravilhoso. Natalie sentiu-se a ponto de gozar ao sentir que Priscilla havia endurecido a língua e quase gritou ao sentir o dedo polegar de Priscilla se esfregando em seu nervo a ponto de explodir.

Um miado fez Natalie se encolher e ver sua gata lhe assistindo. Suas bochechas ganharam uma coloração rosa e a mais velha percebeu, rindo baixo. Priscilla puxou a cortina, impedindo Cristal de ver aquela boceta gostosa pingando por Priscilla, e logo se enfiou em baixo da cortina, reaparecendo do outro lado.

-- Melhor agora? -- Priscilla perguntou, vendo Natalie sorrir-lhe.

-- Melhor do que isso só se você voltasse a me chupar bem gostoso. -- Ela sugeriu. -- Eu estava quase lá.

Não precisou dizer mais nada para Priscilla abocanhar aquele nervo inchado novamente. Natalie vibrou com o toque e adentrou uma de suas mãos no cabelo de Priscilla. A menor quase gozou quando dois dedos lhe preencheram lentamente; seu olhos quase enxergaram estrelas.

-- Empurra até o fundo... -- Natalie pediu pressionando fortemente os olhos. -- Oh, Priscilla... Assim...

Priscilla aumentou a intensidade de suas estocadas e logo sentiu Natalie se derramar em seus dedos, tendo leves espasmos em seu corpo. Ela removeu os dedos do interior da mais nova e, quando estava prestes a lambê-los, a mais nova direcionou sua mão até a própria boca. Seus lábios se fecharam contra os dedos de Priscilla e a maior gemeu de satisfação com a cena.

Natalie desceu o olhar até a outra mão de Priscilla e viu que ela apertava sua própria intimidade e um sorriso nasceu nos lábios de menor.

-- Vem para cá comigo que eu vou te ajudar, vem? -- Natalie chamou e Priscilla assentiu, se enfiando de vez na boléia.

E lá estavam as duas, ajoelhadas no colchão da boléia, uma de frente para a outra; se encaravam com adoração, e por quê? Porque estavam ajudando o lado sexual uma da outra. Natalie removeu lentamente o vestido de seu corpo, ficando completamente nua. Ela queria a pele de Priscilla esbarrando na sua, se deleitar no prazer de se tocarem. Priscilla parecia um pouco envergonhada e Natalie parecia desprovida de vergonha.

A mais nova tocou-lhe a mão em um carinho leve no intuito de tranquilizá-la e removeu a peça de cima de Priscilla. Seus olhos se encantaram pelo que viram e então sua mão que tocava a mão de Priscilla se soltou, encostando na pele de sua barriga em um sobe e desce lento e gostoso. Seu outro braço circundou a cintura de Priscilla, colando os corpos e então Natalie sorriu. Priscilla soube: Ela estava ferrada.

A menor se inclinou e, gentilmente, pincelou seu nariz pelo rosto de Priscilla, inalando o cheiro suave e fresco que ela emanava antes de provocar o encontro de bocas. Não foi de um jeito desesperado. Não! Desesperado foi o interior de Priscilla, pois aquele beijo intenso, suave e lento a levava para outras dimensões. Natalie acariciava sua alma enquanto suas línguas se esbarravam e Priscilla sentiu sua calcinha se encharcar ainda mais quando a mão que se arrastava por sua barriga subiu até seu seio, o envolvendo na palma de sua mão e dando um gostoso aperto.

Priscilla gemeu arrastado quando Natalie separou o beijo para envolver o outro seio entre seus lábios, deslizando a língua vagarosamente pela região, explorando aquele pedaço de pele rosada e enrijecida.

A maior enfiou suas duas mãos nos cabelos de Natalie e começou um carinho gostoso, para então sentir as duas mãos da garota descerem pelas curvas de seu corpo e se unirem às tiras de sua calcinha. Natalie estava sendo tão calma e carinhosa que Priscilla desconfiou que tenha sido por tê-la visto nervosa ou tímida. As pequenas mãos desceram a calcinha de seu corpo e Priscilla ajudou, com as pernas, a peça a terminar de sair.

Em momento algum Natalie parou de chupar seu seio e, quando o fez, foi unicamente para trocar para o outro. Seus braços bronzeados se envolveram ao redor de Priscilla e suas mãos desceram para a bunda da mulher, acariciando a pele macia antes de apertar com gana.

Os joelhos de Laurentino quase não sustentaram seu peso quando a mão direita de Natalie escorregou de sua bunda para sua coxa e subiu para suas dobras, encharcando dois de seus dedos na região. Priscilla gemeu baixinho ao sentir os dentes de Natalie prenderem a ponta de seu seio sem força e depois a ponta de sua língua tremer no bico daquela área.

Natálie explorou as dobras de Priscilla com volúpia e paciência, fazendo uma massagem bem gostosa em seu clitóris antes de voltar para as dobras. Se a tentativa era acalmar Priscilla, realmente conseguiu, pois a morena de olhos castanho estava bastante relaxada.

-- Isso é incrível... -- Priscilla proferiu com dificuldade, já que sua respiração estava pesada. Natalie sorriu e voltou a trocar de seio, continuando a massagem no clitóris de Priscilla.

-- Gosta, é? -- Ela perguntou e Priscilla assentiu. -- Então repete para mim que gosta. Eu adorei ouvir sua voz tão rendida aos meus toques.

-- Isto é incr... Oh... Natalie... -- Gemeu ao sentir Priscilla penetrar dois dedos em sua intimidade, de uma maneira tão lenta que Priscilla poderia gozar só com aquilo. Antes de entrar completamente, os dedos da menor voltaram a sair, subindo para o clitóris novamente. Os dedos, que agora estavam mais lubrificados, voltaram a massagear aquele ponto, cruel e lentamente.

Priscilla arfou e puxou Natalie para um beijo ardente, desesperado e que demonstrava o estado de seus nervos. A pressão no clitóris de Priscilla aumentou e ela jogou a cabeça para trás, soltando um gritinho ao sentir seu corpo ser puxado para baixo. Natalie se sentou e ajeitou Priscilla em seu colo, com as pernas abertas para ela, tendo uma perna para cada lado de seu corpo. A mais nova distribuiu suaves mordidas pela pele macia do pescoço de Priscilla enquanto buscava mais lubrificação no interior da maior e voltava a retirar os dedos, massageando com mais pressão seu clitóris.

Priscilla envolveu suas duas mãos nos cabelos da garota quando sentiu a outra mão dela arranhar suas costas um pouco acima de sua bunda. Natálie aproveitou para arrastar os dentes por um dos seios de Priscilla novamente e logo deslizar sua língua pela carne.

-- Natalie... Eu não aguento... Mais! -- Priscilla disse quase em um fio de voz. -- Eu vou gozar... Só com... -- E gemeu, um gemido alto o suficiente que ela podia jurar que se suas irmãs estivessem acordadas a escutariam. Gemeu sem pudor, claro que sim, afinal os dedos de Natalie a estocaram fundo, forte e intensamente. Seu polegar seguiu a massagem enquanto ela mantinha o ritmo, afundando os dedos até o fundo e os removendo.

Priscilla vibrou com o som de sua boceta engolindo os dedos de Natalie e começou a cavalgar na menor. A língua de Priscilla calma e deliciosamente traziam sensações diferentes para seu corpo, enquanto as estocadas fortes e ágeis a faziam revirar os olhos.

Viva à América.

Quatro fodidos anos sem gozar com alguém e lá estava ela, zerando a contagem. Gemeu sem pudor; sua voz rouca saía satisfeita por entre sua garganta enquanto sua boceta mastigava os dedos de Natálie; uma lágrima rolou de seus olhos assim que sentiu seu corpo começar a tremer e aquele fio de eletricidade cortar toda sua espinha. Ela estava gozando, a melhor gozada de sua vida.

Quando seu corpo se acalmou seu rosto se afundou no pescoço de Natalie enquanto ela respirava com falta de ar. As batidas desesperadas de seu coração a fizeram aplicar um doce beijo no pescoço da menor.

Ficaram naquela posição até Priscilla se sentir forte o suficiente para se mover. Ela jogou seu corpo na horizontal e puxou Natalie consigo. Priscilla fechou os olhos ainda sorrindo e puxou Natalie para seu corpo.

-- Vai dormir? -- Natalie perguntou baixinho, se remexendo inquieta enquanto seu rosto se afundava na curva do pescoço de Priscilla.

-- Só fechar os olhos por alguns minutos. -- A voz exausta proferiu e Natalie murmurou em consentimento. Sua mão direita foi para o meio de suas próprias pernas e ela pressionou seu clitóris para diminuir a tensão. Ver Priscilla rebolar sobre seus dedos e gemer em seu ouvido excitou Natalie em um grau extremo.

-- Hey, você ainda está... -- Priscilla começou assim que abriu os olhos e viu a mão de Natalie pressionar a si mesma.

-- Deixa que eu posso me virar sozinha. -- Natalie sussurrou gentilmente. -- Durma.

-- De jeito nenhum eu deixaria você dormir excitada, sendo que está pelada ao meu lado e posso te ajudar. -- Disse, removendo a mão de Natalie do meio de suas pernas e colocando a sua no lugar. Natálie arfou e sua respiração se desregulou baixo o toque de Priscilla.

-- Não vou demorar muito, você quase me fez gozar apenas gemendo para mim. -- Natalie murmurou, abrindo mais as pernas para Priscilla. A maior acelerou os movimentos e Natalie gemeu baixinho. -- Dentro, Pris... Quero você dentro...

Os dedos brancos escorregaram para o vale entre suas pernas e Natalie levou seus próprios dedos ao seu clitóris, massageando-o.

-- Oh, Céus... Eu vou gozar! -- Disse com dificuldade, sentindo os dedos afundarem e saírem dela enquanto se masturbava. -- Mais rápido... Oh! -- E não demorou nem mais um minuto para se desfazer nos dedos de Priscilla, jogando sua cabeça para trás e gemendo baixinho o nome da garota.

Priscilla retirou seus dedos de dentro de Natalie e a puxou com seu braço para mais perto de si. Ela aplicou um beijo na testa da menor e envolveu seu braço ao redor do corpo pequeno. Ela ficou meio indecisa se faria, mas o fez mesmo assim.

Priscilla não entendia bem sobre sexo casual, mas aquele era seu sexo casual e era ela quem ditava as regras. E dormir de conchinha valia.

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Eu chegueiii, desculpa a demora , mas estava lendo uma fanfic e não consegui parar a leitura hausuaus... mas aí está o capítulo. Espero que tenham gostado.🌚 Ops...😇

Até😚❤ amanhã

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